Iniciativa popular e corrupção
Na Idade Antiga, o processo de formação dos Estados levou Atenas à democracia, modelo que perdura até hoje e o qual o Brasil é adepto. A democracia, em sua ideia, deve obedecer a princípios pautados na Constituição, contudo, a política brasileira anda por caminhos escuros.
De acordo com os preceitos atuantes na administração pública, todo aquele que se encontra em posição de poder, deve governar conforme a Lei Maior, visando o bem comum (público) e agindo dentro dos padrões éticos. Outros pilares de demasiada importância, dizem respeito à transparência do triângulo “planos, feitos e gastos” aos cidadãos e à qualidade das obras. Tais bases levam um país aos sonhados desenvolvimento e estabilidade.
A improbidade administrativa, porém, se espalha por todo o país, causando danos notáveis ao erário nacional. Muitas necessidades sócio-estruturais são impedidas de extinguir-se por consequência do dinheiro que se esvai em atos de corrupção. Um terço de todo o capital, advindos principalmente dos impostos pagos pela população, é aplicado em questões pessoais e supérfluas, ao invés de garantir melhorias básicas, como saúde e educação, aos brasileiros.
Recentemente, o governo adotou um sistema de ensino, com base nos princípios constitucionais, àqueles que estão iniciando suas carreiras políticas. É, porém, essencial que haja maior participação do povo, tornando ideias de cunho popular, como ocorreu com a Ficha Limpa, leis atuantes no país.
(Bruna Mouzinho)







